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Suplementos saem da loja especializada e disputam espaço na gôndola da farmácia

Multivitamínicos, ômega 3 e minerais lideram o consumo, segundo a Abiad; Scanntech aponta entrada da categoria no varejo alimentar comum

Varejo News

· 1 min de leitura

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Suplementos saem da loja especializada e disputam espaço na gôndola da farmácia

A categoria de suplementos alimentares deixou de ser exclusividade das lojas especializadas e passou a disputar espaço na farmácia e no supermercado.

Segundo Lucas Ramos, gerente de Inteligência de Mercado da Scanntech, a democratização da categoria no varejo alimentar — com expansão para além das lojas especializadas e maior inserção em supermercados comuns — é um dos fatores que tornaram esses produtos mais acessíveis ao consumidor final. Ele aponta a isenção das taxas de importação de suplementos, a partir de 2022, como acelerador do movimento, e acrescenta que os consumidores estão mais abertos a escolhas de compra conscientes e a investir em produtos de qualidade.

O que o brasileiro consome

De acordo com o Panorama do mercado de suplementos, produzido pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), os suplementos mais consumidos no Brasil são os multivitamínicos, os ácidos graxos — especialmente o ômega 3 —, os minerais, sobretudo o cálcio, as vitaminas, com destaque para a vitamina C, e os apoiadores de imunidade.

A pesquisa Hábitos de Consumo de Suplementos Alimentares no Brasil, também da Abiad, indica que 90% dos entrevistados entendem os suplementos alimentares como complementos da alimentação e que 85% os consomem por razões de saúde.

O que isso significa no balcão

A composição da lista da Abiad separa dois blocos com lógicas de venda distintas. Multivitamínicos, ômega 3, cálcio e vitamina C são itens de uso continuado, ligados a reposição e prevenção — recompra previsível e dependente de recomendação. Já os apoiadores de imunidade têm comportamento sazonal, concentrado em períodos de maior incidência respiratória.

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